terça-feira, 16 de março de 2010

1ª Marcha Nacional contra a Homofobia

Compareça dia 19 de Maio à Brasília para exigir seus direitos .
Entre em contato com o Grupo mais perto da sua cidade que está se organizando para a Marcha.




1ª Marcha Nacional contra a Homofobia - 1º Grito Nacional pela Cidadania LGBT e Contra a Homofobia



A Direção da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais -ABGLT, reunida em 02 de março de 2010, resolveu convocar todas as pessoas ativistas de suas 237 organizações afiliadas, assim como organizações e pessoas aliadas, para a I Marcha Nacional contra a Homofobia, vinda de todas as 27 unidades da federação, tendo como destino a cidade de Brasília. No dia 19 de maio de 2010, será realizado o 1º Grito Nacional pela Cidadania LGBT e Contra a Homofobia, com concentração às 9 Horas, no gramado da Esplanada dos Ministérios, em frente à Catedral Metropolitana de Brasília.



Em 17 de maio é comemorado em todo o mundo o Dia Mundial contra a Homofobia (ódio, agressão, violência contra Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – LGBT). A data é uma vitória do Movimento que conseguiu retirar a homossexualidade da classificação internacional de doenças da Organização Mundial de Saúde, em 17 de maio de 1990.



No Brasil, todos os dias, 20 milhões de brasileiras e brasileiros assumidamente lésbicas, gays, bissexuais, travestis ou transexuais -LGBT têm violados os seus direitos humanos, civis , econômicos, sociais e políticos. “Religiosos” fundamentalistas, utilizam-se dos Meios de Comunicação públicos, das Câmaras Municipais, Assembleias Legislativas, Câmara Federal e Senado para pregar o ódio aos cidadãos e cidadãs LGBT e impedir que o artigo 5º da Constituição federal (“todos são iguais perante a lei") seja estendido aos milhões de LGBT do Brasil. Sem nenhum respeito ao Estado Laico, os fundamentalistas religiosos utilizam-se de recursos e espaços públicos (escolas, unidades de saúde, secretarias de governo, praças e avenidas públicas, auditórios do legislativo, executivo e judiciário) para humilhar, atacar, e pregar todo seu ódio contra cidadãos e cidadãs LGBT.



O resultado desse ataque dos Fundamentalistas religiosos tem sido:



· O assassinato de um LGBT a cada dois dias no Brasil (dados do Grupo Gay da Bahia - GGB) por conta de sua orientação sexual (Bi ou Homossexual) ou identidade de gênero (Travestis ou Transexuais);



· O Congresso Nacional não aprova nenhuma lei que garanta a igualdade de direitos entre cidadãos(ãs) Heterossexuais e Homossexuais no Brasil;



· O Supremo Tribunal Federal não julga as Arguições de Descumprimento de Preceitos Fundamentais e Ações Diretas de Inconstitucionalidade que favoreçam a igualdade de direitos de pessoas LGBT no Brasil;



· O Executivo Federal não implementa na sua totalidade o Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT;



· Centenas de adolescentes e jovens LGBT são expulsos diariamente de suas casas;



· Milhares de LGBT são demitidos ou perseguidos no trabalho por discriminação sexual;



· Travestis, Transexuais, Gays e Lésbicas abandonam as escolas por falta de uma política de respeito à diversidade sexual nas escolas brasileiras;



· Os orçamentos da união, estados e municípios, nada ou pouco contemplam recursos para ações e políticas públicas LGBT;



· O Ministério da Saúde, Secretarias Estaduais e Municipais precisam pactuar e colocar em prática a Política Integral da Saúde LGBT;



· As Secretarias de Justiça, Segurança Pública, Direitos Humanos e Guardas-Municipais não possuem uma política permanente de respeito ao público vulnerável LGBT, agredindo nossa comunidade, não apurando os crimes de homicídios e latrocínios contra LGBT e nem prendendo seguranças particulares que espancam e expulsam LGBT de festas, shoppings, e comércio em geral.





A 1ª Marcha Nacional LGBT exige das autoridades Públicas Brasileiras:



Garantia do Estado Laico (Estado em que não há nenhuma religião oficial, as manifestações religiosas são respeitadas, mas não devem interferir nas decisões governamentais)



Combate ao Fundamentalismo Religioso.



Executivo: Cumprimento do Plano Nacional LGBT na sua totalidade, especialmente nas ações de Educação, Saúde, Segurança e Direitos Humanos, além de orçamentos e metas definidas para as ações.



Legislativo: Aprovação imediata do PLC 122/2006 (Combate a toda discriminação, incluindo a homofobia).



Judiciário : Decisão Favorável sobre União Estável entre casais homoafetivos, bem como a mudança de nome de pessoas transexuais.



Viva

a 1ª Marcha Nacional LGBT contra a Homofobia no Brasil


o 1º Grito Nacional pela Cidadania LGBT e Contra a Homofobia



Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais - ABGLT

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

terça-feira, 3 de novembro de 2009

É exclusivo para mulheres

Ensaiar as defesas que acolhem os anseios...
Confundir para não se tornar confusa...
Se perder para encontrar motivos, caminhos e novas alegrias.
Despejar sorrisos onde não restou nada.

...

É! Preciso mudar meu ponto de vista do que é a vida.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Curtas: Por outros Olhos e NOVAmente



'A Universidade Federal do Rio de Janeiro, em parceria com o Grupo Arco-Íris, lançou no dia 13 de agosto os curtas Novamente e Por Outros Olhos. Os dois vídeos foram produzidos a partir de uma oficina de vídeo com jovens lésbicas, gays e bissexuais.
"O Arco-Íris entrou com a mobilização dos jovens e a UFRJ com a equipe, equipamentos e com a metodologia" , explica Alexandre Bortolini, coordenador do Projeto Diversidade Sexual na Escola, projeto que organizou a oficina. "Foram três meses de encontros, onde os jovens discutiram sobre as suas experiências de discriminação e violência na escola e aprenderam a contar essas histórias através do cinema."
A maior parte dos jovens que participaram da oficina são oriundos dos projetos “Entre Garotos” e “Laços & Acasos”, do Arco-Íris, cujo objetivo é formar ativistas e multiplicadores de "práticas sexuais seguras”. "Acredito que esta parceria legitima a importância desses dois projetos do grupo e condiciona noss@s jovens a desenvolver novas perspectivas e sensibilidades em relação ao mundo que @s cerca”, afirma a presidente do Grupo Arco-Íris, Gilza Rodrigues.
O roteiro, a produção e a edição dos vídeos foi feita pelos prórpios jovens, com a supervisão da equipe da universidade.
Agora, os vídeos já podem ser baixados na página do Projeto Diversidade Sexual na Escola (http://www.papocabeca.me.ufrj.br/diversidade) e do Grupo Arco-Íris (http://www.arco-iris.org.br/). O download é gratuito e aberto. Os vídeos são para distribuição pública. A idéia é que eles possam ser utilizados por projetos sociais e, principalmente, por professores em atividades que discutam homofobia e violência na escola.
NOVAMENTE "Tenho vontande de largar tudo, de ir embora, larga essa escola." NOVAmente tem dois pólos opostos que se chocam. Uma escola. Dois casais. Um hétero, outro homo. Para cada um a escola vai reservar um tratamento diferente. O cotidiano de dois jovens, que misturam preconceitos. Para um somente, uma brincadeira, para outro, opressão diária. E não adianta reclamar com a inspetora... POR OUTROS OLHOS Em um mundo onde todo mundo é homossexual, um menino e uma menina se apaixonam. Nessa realidade trocada, estes dois héteros têm de enfrentar os preconceitos e discriminações que LGBTs enfrentam no nosso mundo real.'


Fonte: www.papocabeca.me.ufrj.br/diversidade - Vale a pena dar uma olhada

Isso aqui continua sendo um blog de utilidade les...

Alguns perfumes nos acalmam.
Barulho, calor, distrações e excessos nos enlouquecem.
Pena e indignação me paralizam.
E a única coisa que desejo é poder estar com o aconchego para lidar com @ dur@, vermelh@ e insatisfeit@ que é a rotina atual.
Ou me contentar com chocolate...
Foi me oferecido chocolate hoje, ontem, antes de ontem...
Quiçá eu precise mesmo de chocolate para ter uma ilusória tentativa de sanar o límpido desejo que tenho pela seu cheiro.